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Julho, Agosto, Setembro

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Enviado por Ghuyer em seg, 10/01/2012 - 07:38

Filmes que vi nos últimos meses e que esqueci de comentar aqui:

Julho

05 – Martha Marcy May Marlene (Martha Marcy May Marlene, EUA, 2011) – Drama intimista como poucos, faz um retrato sincero e detalhista de uma mente em claro desequilíbrio mental, e por isso a trama ganha pinceladas de thriller psicológico. Além da intensa performance de Elizabeth Olsen (que humilha das primas Mary-Kate e Ashley), o filme ainda conta com uma montagem excelente, repleta de belíssimas transições entre o que acontece no presente e as lembranças da conturbada protagonista. 4/5
05 – Thor (Thor, EUA, 2011) – Mantenho a mesma opinião de quando vi o filme no cinema, um ano atrás. Há o ar épico necessário à apresentação do protagonista, mas a trama deixa a desejar, e o romance que serve de âncora dramática para o enredo não convence nem por um minuto. 3/5
07 – O Espetacular Homem-Aranha (The Amazing Spider-Man, EUA, 2012) – Gostei, mas quanto mais penso sobre o filme, mais percebo detalhes que me incomodam. Há coincidências demais no roteiro, como o fato de Gwen Stacy ser ao mesmo tempo colega de Peter, filha do chefe da polícia, e também assistente do Dr. Connors; além o suposto envolvimento dos pais de Peter na tecnologia que iria futuramente lhe conceder seus poderes. Em todo caso, o carisma da maioria dos personagens e a ação bem comandada pelo diretor Marc Webb conquistam e envolvem o suficiente. 4/5
07 – Sombras da Noite (Dark Shadows, EUA, 2012) – Tentei condensar na minha crítica o que pensei sobre o filme. Resumindo, é Tim Burton no piloto automático oferecendo nada mais do que mais do mesmo. Eva Green está sensacional e rouba todas as cenas em que aparece. 3/5
10 – A Vingança de Jennifer (I Spit on Your Grave, EUA, 1978) – É chocante a violência crua que esse filme teve a coragem de mostrar ainda nos 1970. Por outro lado, o personagem retardado, que de certa forma é quem desencadeia os eventos do filme, soa absurdo demais, e o roteiro teria feito melhor em excluí-lo da história e focar no desenvolvimento dos outros personagens. 3/5
10 – Rastros de Justiça (Five Minutes of Heaven, Inglaterra/Irlanda, 2009) – Com uma premissa que se perde já nos primeiros 30 minutos de filme e um roteiro que alonga interminavelmente algumas cenas apenas para aumentar a duração da projeção, fica a dúvida de como essa bagunça cinematográfica possa ter sido feita pelo mesmo responsável por dirigir o excepcional A Queda: As Últimas Horas de Hitler2/5
16 – Doce Vingança (I Spit on Your Grave, EUA, 2010) – Essa refilmagem de A Vingança de Jennifer segue o original passo a passo, embora se inspire demais em Jogos Mortais na hora de conceber as ‘vinganças’, e esqueça de explicar alguns fatos ocorridos na trama. 3/5
17 – Jogo de Poder (Fair Game, EUA, 2010) – Sensacional thriller político que escancara a podridão por baixo das desculpas que o Governo dos EUA deu ao mundo na hora invadir o Iraque. 5/5
18 – Valente (Brave, EUA, 2012) – Mamãe Ursa. 3/5
18 – Batman Begins (Batman Begins, EUA, 2005) – Revisto pela incontável vez, essa reconstrução da origem do Homem Morcego continua admiravelmente incrível e intrigante. 5/5
22 – Esperar Para Sempre (Waiting For Forever, EUA, 2010) – Romance indie que, mesmo açucarado e bobinho, tem seus momentos sinceros, e poderia ser muito melhor caso o protagonista não soasse tão tolo, e se o roteiro não desse uma reviravolta ridícula no terceiro ato. 3/5
22 – Meia-Noite em Paris (Midnight in Paris, EUA/França, 2011) – Adorável, sensível e divertidíssimo, é com certeza um dos melhores trabalhos recentes de Woody Allen. 4/5
22 – Batman: O Cavaleiro das Trevas (The Dark Knight, EUA, 2008) – Uma quebra de paradigmas no cinema contemporâneo, nesse filme Christopher Nolan elevou o conceito de ‘filme de super herói’ para outro patamar, provando de uma vez por todas é plenamente possível fazer entretenimento de alta qualidade sem subestimar a inteligência do espectador. 5/5
24 – Apenas Uma Noite (Last Night, EUA/França, 2010) – Para falar a verdade, ainda não sei se gostei ou não desse filme. Percebo seus méritos, mas há escolhas do roteiro que me irritam profundamente. 3/5
25 – Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge (The Dark Knight Rises, EUA, 2012) – Um final mais do que digno para essa que já é uma das melhores trilogias de todos os tempos. 5/5

Agosto

01 – Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge (The Dark Knight Rises, EUA, 2012) – Revisto no IMAX, bitches. 5/5
03 – Projeto X: Uma Festa Fora de Controle (Project X, EUA, 2012) – Apesar da premissa e dos personagens patéticos, o filme consegue ser bastante dinâmico, explorando relativamente o conceito de mockumentary, embora extrapole em alguns momentos. 3/5
06 – O Dia Depois de Amanhã (The Day After Tomorrow, EUA, 2003) – Apesar de uma decisão equivocada do roteiro comprometer parte da segunda metade do filme, essa continua sendo uma das mais importantes ficções científicas da última década, principalmente em função de suas bem pontuadas críticas políticas ao Governo capitalistamente selvagem dos EUA. 4/5
07 – Na Estrada (On The Road, EUA, 2012) – Fiel ou não à obra que originou o roteiro, o filme consegue retratar bem a juventude dos EUA nos anos 1950, além de oferecer um interessante olhar sobre os hábitos sociais da época. Através das literais viagens que os personagens fazem pelo país, diretor Walter Salles pincela um retrato eficiente das conturbações emocionais daqueles jovens sonhadores que, querendo ou não, estão sempre na estrada4/5
09 – Katy Perry: Part of Me (Katy Perry: Part of Me, EUA, 2012) – Com uma montagem dinâmica e uma edição de som primorosa, o documentário faz um eficiente relatório sobre o dia-a-dia de uma turnê mundial, e mostra com facilidade o esforço físico e emocional que uma empreitada dessas demanda de qualquer um. Mas, acima de tudo, os diretores Dan Cutforth e Jane Lipsitz ainda encontram tempo para apresentar sua ‘protagonista’ mais como uma pessoa do que estrela. Considerando o material reunido, é justo dizer que um filme sobre a história de Katy Perry seria muito interessante. 4/5
13 – Intocáveis (Intouchables, França, 2011) – Um tetraplégico ricaço contrata um desempregado da periferia para ser seu cuidador. É um drama, mas é uma comédia. A história é tocante, mas não esquece seu senso de humor maravilhoso. 4/5
14 – O Vingador do Futuro (Total Recall, EUA, 2012) – Para quem viu o original, esse remake pode passar batido, ao mesmo tempo em que pode oferecer um divertido mindfuck para espectadores ‘não iniciados’. Tem um furo bem grande no roteiro, mas a ação bem montada e a direção de arte sensacional compensam esse fato. 3/5
14 – Entrevista com o Vampiro (Interview with the Vampire, EUA, 1994) – Provavelmente o melhor filme sobre vampiros feito nos anos 1990. 4/5
16 – Um Quarto em Roma (Habitación en Roma, Espanha, 2010) – Apesar das belas e competentes protagonistas, o filme é por demais pretensioso, pouco oferecendo ao espectador além de algumas cenas de lesbianismo. 2/5
16 – Halloween: Ressurreição (Halloween: Resurrection, EUA, 2002) – Só não é pior que o terceiro filme da franquia, que continua como umas das piores coisas (não filmes) que já vi na vida. 1/5
17 – 360 (360, Aústria/Brasil/França/Inglaterra, 2012) – Interessante e complexo estudo mais de situações do que de personagens. Erra onde acerta: há personagens demais para se focar com atenção em qualquer um deles.3/5
22 – O Operário (The Machinist, EUA, 2004) – Thriller psicológico com intensa performance de Christian Bale, um roteiro inteligente, e uma direção que mergulha tudo em tom de pesadelo. 4/5
22 – Centurião (Centurion, Inglaterra, 2010) – A narração do protagonista é dispensável e a estrutura do roteiro é problemática, mas a direção visceral de Neil Marshall e a trilha épica de Ilan Eshkeri conseguem impor suficiente ritmo à narrativa para compensar a aparente falta de foco da trama. 4/5
23 – Repulsa ao Sexo (Repulsion, Inglaterra, 1965) – Angustiante e perturbador, mostra que Polanski dominava a arte do suspense e do terror psicológico desde o início de sua carreira. 4/5
23 – Mistérios e Paixões (Naked Lunch, Canadá/Ingleterra, 1991) – Incrível como alguns filmes ficam mais interessantes depois de revistos. Esse é um exemplo. Tudo que não parecia fazer sentido e soava apenas como extravagância criativa antes ganha sólidas explicações agora. Quero muito ler o livro de William Burroughs que deu origem a esse roteiro fantástico. 5/5
23 – O Vingador do Futuro (Total Recall, EUA, 1990) – Cheguei a conclusão que eu nunca tinha visto o filme desde o começo, sempre pegava do segundo ato em diante. Em todo caso, mesmo hoje o filme continua divertidíssimo. Todo o avanço tecnológico não parece ter envelhecido essa que é uma das melhores ficções científicas dos anos 1990. 4/5
23 – O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel (Lord Of The Rings: The Fellowship of the Ring, EUA/Nova Zelândia, 2001) – Difícil acreditar que esse filme já tem 10 anos. Continua impressionante. Lembro que a primeira vez que assisti, por algum motivo misterioso eu não tinha entendido porque todo mundo amava Senhor dos Anéis. Quando eu revi, fiquei de boca aberta, não conseguindo entender como é que eu não tinha amado o filme na primeira vez. Revendo de novo, meu amor pela produção só aumentou. 5/5
24 – O Senhor dos Anéis: As Duas Torres (Lord Of The Rings: The Two Towers, EUA/Nova Zelândia, 2002) – Apesar dos problemas que o roteiro enfrenta na hora de narrar três jornadas paralelas, às vezes demorando para voltar de uma a outra, a direção apaixonada de Peter Jackson garante uma escala épica o suficiente para suprimir esses pequenos problemas. 5/5
25 – O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei (Lord Of The Rings: Return of the King, EUA/Nova Zelândia, 2003) - São raras as vezes em que a palavra 'Épico' pode ser tão bem empregada. 5/5
28 – Headhunters (Hedejegerne, Noruega, 2011) – Primeira adaptação para cinema de um livro do escritor Jo Nesbo, esse thriller envolve totalmente o espectador graças à intrincada trama e à direção descompromissada do diretor Morten Tyldum, que sabe contar uma história séria sem esquecer o humor. 4/5
28 – Políssia (Polisse, França, 2011) – Fortíssimo drama sobre a delegação da polícia francesa especializada em casos de abuso infantil (pensem em Law & Order: SVU, mas em francês). Foca mais na dinâmica dos personagens do que em uma história específica, e o resultado dificilmente seria melhor. 4/5
31 – O Ditador (The Dictator, EUA, 2012) – Acredito que Sacha Baron Cohen, apesar de ótimo comediante, jamais irá chegar perto do que fez com Borat em 2006, tanto em atuação e comédia, de modo geral, quanto em crítica social. Aqui, na história do General Aladeen, há alguns momentos hilários e um discurso final excelente (muito bom mesmo), mas na maior parte do tempo, nada que faça o filme se destacar. 3/5

05 – O Legado Bourne (The Bourne Legacy, EUA, 2012) – A performance intensa de Jeremy Renner como o novo protagonista, o bom roteiro de Tony Gilroy e a alucinante perseguição final oferecem uma divertida volta ao mundo de Jason Bourne. 4/5
09 – A Morte do Demônio (The Evil Dead, EUA, 1981) – A direção criativa de Sam Raimi faz valer até o mais tosco dos efeitos de maquiagem e dá início a uma das mais divertidas franquias de terror auto-paródico do cinema. 4/5
09 – Uma Noite Alucinante (Evil Dead II, EUA, 1987) – É surpreendente como essa continuação consegue soar tão original quanto o primeiro filme, ainda mais levando em conta que o roteiro é basicamente a mesma coisa que o anterior. 4/5
09 – Uma Noite Alucinante 3 (Army of Darkness, EUA, 1993) – Leva o conceito da trilogia ao extremo e oferece momentos memoráveis, dentre os quais se destaca a inesquecível cena do moinho. 4/5
12 – Iron Sky (Iron Sky, Alemanha, 2012) – Os nazistas se refugiaram na Lua. A premissa é mais genial que o filme, que é enfraquecido pela estrutura do roteiro, mas que não deixa de ter algumas piadas sensacionais e um plano final absolutamente fantástico. 3/5
14 – O Teatro Bizarro (The Theatre Bizarre, EUA, 2012) – Como toda antologia, tem pontos altos e baixos, peca pela falta de ritmo; curiosamente, a melhor parte do filme é justamente o conto que mais fuge da temática do projeto. 3/5
16 – Aniversário Macabro (The Last House on the Left, EUA, 1972) – A violência crua e realista choca, mas é diluída pelo bizarro tom cômico com o qual Wes Craven tenta pintar boa parte da história. 2/5
16 – Aterrorizada (The Ward, EUA, 2010) – Com performance central intensa de Amber Heard, este é um dos melhores trabalhos recentes de John Carpenter, que consegue fazer uma história pequena e simples soar como um verdadeiro pesadelo. 4/5
16 – As Donas da Noite (Wir Sind Die Nacht, Alemanha, 2010) – Nem as boas atuações ou a direção cuidadosa de Dennis Gansel são capazes de salvar o filme de seu roteiro tolo e vazio. 2/5
17 - Almas Reencarnadas (Rinne, Japão, 2005) – A estética do cinema japonês aqui é responsável por alguns momentos que são tensos exclusivamente em função do estranhamento que causam, já que, além do diretor Takashi Shimizu não saber conduzir a história, tanto trama quanto personagens são bastante desinteressantes. 2/5
17 – ParaNorman (ParaNorman, EUA, 2012) – Uma poderosa lição de moral para crianças, e também um divertido ‘filme de terror infantil’. 3/5
18 – O Corte (Le Couperet, França, 2005) – Somente Costa-Gavras para, ao narrar a história de um homem que resolve matar os concorrentes na busca por emprego, conseguir fazer isso de modo sério e dramaticamente verossímil. 4/5
19 – Poder Paranormal (Red Lights, EUA/Espanha, 2012) – Tudo parecia muito legal até a revelação final, que, embora explique alguns detalhes do roteiro, vai contra tudo que o filme vinha defendendo até então. 3/5
27 – Dredd (Dredd, EUA, 2012) – Contando com excelente uso do 3D e magnífica câmera lenta, é um excelente longa de ação que, graças aos personagens carismáticos e a direção dinâmica de Pete Travis, surge como uma bela mistura de RoboCop e Duro de Matar. 4/5
28 – Paraísos Artificiais (Brasil, 2012) – Boas atuações, boa fotografia e boa montagem não salvam o filme da eterna repetição de colocar os (pouco interessantes) personagens transando ou usando drogas o tempo todo. 3/5
29 – Gigantes de Aço (Real Steel, EUA, 2011) – Misturando elementos de O Gigante de Ferro, Transformers e Rocky, temos uma divertida ficção científica sobre robôs boxeadores pincelada com excelentes efeitos visuais e uma ótima dinâmica entre a dupla protagonista de pai e filho, vividos respectivamente por Hugh Jackman e Dakota Goyo. 4/5
29 – Scooby-Doo (Scooby-Doo, EUA, 2002) – Por mais menos complexo que o roteiro se mostre a cada revisão, o filme continua contando com o carisma dos protagonistas e a criativa direção de arte, além de uma ótima trilha sonora incidental. 3/5
30 – Codinome Cassius 7 (The Double, EUA, 2011) – Peca ao revelar um importante detalhe do enredo cedo demais e por não conseguir manter a atmosfera de desconforto necessária à pretenção da trama, mas ainda assim tem o roteiro elaborado o suficiente para oferecer interessantes reviravoltas à medida que a história se desenrola. 4/5
30 – Na Trilha do Assassino (Tenderness, EUA, 2009) – Com um roteiro para lá de pretensioso e uma história que sai do nada e vai para lugar nenhum, o filme é arrastado, chato e nem Russell Crowe salva. 1/5

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